No dia 17 de abril, completo 1 ano de coluna no Diário das Águas. Um ano de textos que não pediram licença, não baixaram a cabeça e, definitivamente, não passaram despercebidos. Foram mais de 50 artigos, mais de 50 vezes colocando o dedo na ferida, da cidade, das pessoas e muitas vezes na minha própria.
Entre denúncias, reflexões, histórias e desabafos, essa coluna deixou de ser apenas um espaço de opinião e virou compromisso. Compromisso com quem lê, com quem se identifica e também com quem se incomoda, porque se não incomodar, não serve.
Em tempos onde as mídias digitais disputam a atenção das pessoas a qualquer custo, seguir escrevendo semanalmente não é tarefa simples. É resistência, é disciplina, é escolha. E eu escolhi ficar. Escolhi continuar escrevendo mesmo quando o cansaço aparece, quando a pauta pesa e quando a repercussão vem mais forte do que o esperado. Porque cada texto publicado carrega um pedaço de mim.
Um pedaço que fica na história, que fica na memória e, de alguma forma, chega na vida de alguém, mesmo que eu nunca saiba. E isso, por si só, já vale.
Se hoje essa coluna existe, ela também tem nome e sobrenome por trás disso: Filipe Guimarães. Foi ele quem abriu a porta, quem acreditou, quem enxergou potencial e me deu espaço. E quando a confiança encontra entrega de verdade, o resultado aparece.
Esse 1 ano não é só sobre números ou alcance. É sobre impacto, sobre presença e, principalmente, sobre não passar em branco. E já deixo avisado: abril não vai ser apenas comemorativo. Vai ser intenso, vai ser especial e vai seguir exatamente como essa coluna sempre foi, sem filtro.
Porque enquanto tiver história pra contar, problema pra expor e verdade pra dizer, eu sigo escrevendo.
















































