Foz do Iguaçu viveu um marco em sua mobilidade urbana nesta quinta-feira (9). Em solenidade oficial, foi liberado o tráfego em 6,8 quilômetros da duplicação da Rodovia das Cataratas (BR-469), o que representa a conclusão de mais de 80% do projeto total.
Este trecho é reconhecido como o ponto de maior fluxo da via, servindo como a principal artéria para os visitantes que chegam de todas as partes do mundo para conhecer as belezas naturais da fronteira.
Representatividade e desenvolvimento
A entrega reuniu lideranças do Legislativo e Executivo em um ato simbólico no próprio asfalto novo. Estiveram presentes o presidente da Câmara, Paulo Debrito (PL), o líder do governo na Casa, Dr. Ranieri Marchioro (Republicanos), e os vereadores Evandro Ferreira (PSD), Bosco Foz (PL) e Soldado Fruet (PL).
Também acompanharam o ato o prefeito General Silva e Luna e o vice-prefeito Ricardinho, além de secretários e parlamentares das esferas estadual e federal.
Para Paulo Debrito, o impacto vai além do turismo: “Quem ganha é a população e o município como um todo”, afirmou o presidente ao destacar o potencial de desenvolvimento que a obra destrava. Já o vereador Dr. Ranieri Marchioro reforçou que a duplicação sinaliza “novos tempos” e uma fase otimista para a economia iguaçuense.
Além da estrada: educação e asfalto novo
O evento não se limitou à rodovia. O Governo do Estado aproveitou a ocasião para confirmar um pacote robusto de investimentos estruturantes para a cidade:
- Segurança Viária: Construção da trincheira do Jardim Jupira, focada em organizar o tráfego e proteger motoristas e pedestres na região.
- Educação: Implantação de duas novas escolas estaduais, localizadas nos jardins Carimã e Copacabana, ampliando a oferta de vagas na rede pública.
- Melhorias Urbanas: Destinação de R$ 33 milhões para a pavimentação asfáltica de diversas ruas e avenidas por todo o município.
Essa série de anúncios reforça o compromisso de integrar o crescimento turístico à qualidade de vida nos bairros, garantindo que a modernização da BR-469 seja apenas a “porta de entrada” para uma Foz do Iguaçu mais equipada e preparada para o futuro.

















