O Governo do Paraná e a Prefeitura de Foz do Iguaçu firmaram uma parceria para a implantação de câmeras de segurança do Programa Olho Vivo no município.
Das 70 câmeras previstas para a cidade, 34 já foram preparadas e duas estão energizadas e integradas à plataforma de monitoramento, marcando o início da operação do sistema no território local.
Segundo o secretário de Segurança Pública, Paulo Tinoco, a chegada do programa representa um avanço significativo para a segurança pública em Foz do Iguaçu.
Ele destacou que a incorporação de tecnologia amplia a capacidade de prevenção e investigação de crimes, fortalece a cooperação entre os órgãos de segurança e reforça o compromisso da gestão com a proteção da população.
Expansão do monitoramento no Estado
Além de Foz do Iguaçu, o Governo do Paraná iniciou a instalação de mais 112 câmeras nas regiões Oeste e Noroeste do Estado. Com isso, o total de equipamentos chega a 830 até esta terça-feira (27).
A meta do governo estadual é concluir o primeiro trimestre com 100% das 1,5 mil câmeras desta nova etapa em pleno funcionamento.
O Programa Olho Vivo é um sistema de monitoramento voltado à segurança pública inspirado em iniciativas adotadas em países como Reino Unido, Singapura e Estados Unidos.
Quando estiver totalmente operacional no Paraná, o programa contará com 26,5 mil equipamentos, somando cinco mil câmeras já em funcionamento na primeira fase, 1,5 mil em instalação pelo Estado e outras 20 mil que serão adquiridas pelos municípios em parceria com a gestão estadual.
O investimento total previsto é de R$ 400 milhões.
Uso de inteligência artificial
Entre as principais novidades do programa está a ampliação do uso de inteligência artificial em uma etapa de investigação assistida.
Os novos equipamentos permitem o cruzamento de dados e imagens em tempo real, auxiliando as forças de segurança no reconhecimento de suspeitos e na identificação de veículos furtados ou roubados.
O Olho Vivo é coordenado de forma integrada pela Secretaria da Segurança Pública, Secretaria das Cidades e pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados.
A arquitetura tecnológica foi desenvolvida para operar em larga escala e em conformidade com a Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais.

















