O Governo do Paraná, por meio da Secretaria da Saúde, e os municípios de Foz do Iguaçu e Guaíra reforçam a vacinação neste sábado (23), a partir das 8 horas, para ampliar a proteção na região de fronteira com Paraguai e Argentina.
A imunização será oferecida a residentes e estrangeiros.
Vacinação nas unidades
Em Foz do Iguaçu, todas as Unidades Básicas de Saúde aplicarão vacinas do calendário, incluindo tríplice viral, febre amarela, Covid-19 e gripe.
Em Guaíra, o atendimento ocorrerá na unidade localizada na Rua Alfredo Bulkhard, 451, no Jardim Guaíra.
As vacinas contra sarampo e febre amarela estarão disponíveis a todas as pessoas que desejarem se vacinar.
Já as doses contra gripe e Covid-19 serão destinadas aos grupos de risco, como crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, indígenas, pessoas acima de 60 anos, trabalhadores da saúde, professores, pessoas com doenças crônicas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.
Atenção ao sarampo
O reforço ocorre no início das estações mais frias, período associado ao aumento das síndromes respiratórias agudas graves, e diante da preocupação com o sarampo em uma região marcada pela circulação de pessoas de diferentes nacionalidades.
No Paraná, foram notificados 42 casos de sarampo no ano. Desse total, 40 foram descartados e dois seguem em investigação. No Brasil, três casos foram confirmados em 2026.
A Sesa e a Anvisa também realizaram, nesta semana, vacinação de funcionários e viajantes em aeroportos, com foco no aumento do fluxo de pessoas para países que vão sediar a Copa.
A ação ocorreu no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, no Aeroporto de Londrina Governador José Richa, no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu e no Aeroporto Regional de Maringá Silvio Name Júnior.
Orientação ao viajante
A Sesa disponibilizou a Calculadora de Janela Imunológica do Sarampo no site Saúde do Viajante.
A ferramenta permite informar a data prevista do embarque para verificar se há tempo para a vacina fazer efeito, já que o organismo leva de 10 a 14 dias para desenvolver proteção.
Quem não conseguir cumprir esse prazo recebe orientação para se vacinar mesmo assim, inclusive no dia da viagem, além de reforçar o uso de máscara e álcool em gel durante o trajeto.
















