Quem depende de fraldas ou sondas para viver com dignidade precisa ter a garantia de que esses materiais estarão disponíveis quando forem necessários.
É justamente por isso que foi apresentado, no plenário da Câmara de Foz do Iguaçu, o Requerimento nº 794/2026, que busca esclarecimentos sobre a disponibilidade desses insumos para pessoas com deficiência, pessoas acamadas e cidadãos com condições de saúde permanentes.
A falta ou a interrupção no fornecimento desses materiais pode comprometer não apenas a higiene, mas também a dignidade, a prevenção de infecções, o cuidado domiciliar e a qualidade de vida de pacientes e familiares.
Diante disso, a Prefeitura foi questionada sobre quais insumos são atualmente disponibilizados e quais são os critérios clínicos, sociais e administrativos utilizados para garantir o acesso a esses insumos.
O documento também cobra informações sobre possíveis filas, atrasos ou falta desses materiais, além de dados sobre o número de pessoas atendidas e sobre quanto a Prefeitura gastou com esse serviço nos últimos 12 meses.
Mais do que números e procedimentos, o objetivo é garantir transparência e assegurar que quem depende desses materiais não fique sem o cuidado necessário.

















