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Home Opinião - Mohamed Ortiz

Uma criança sacrificada no altar do feminismo!

Caso “Henry Borel” e o perdão de Monique mostram um sistema adoecido pela ideologia.

Mohamed Ortizpor Mohamed Ortiz
6 de junho de 2026
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Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress.

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress.

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Henry Borel passou horrores, mas não foi isso que a juíza analisou ao dar seu veredito.
Ao tendenciar e induzir o julgamento.
Ao fazer malabarismo retórico para utilizar de um instituto jurídico (perdão judicial) num caso em que claramente não faz jus.

A juíza, com um histórico abertamente militante — anos antes já havia dado declarações no mesmo sentido da sentença, mostrando de forma clara que não foi imparcial — abriu a caixa de ferramentas perversa do Feminismo e resolveu perdoar Monique Medeiros por um simples motivo: ser mulher.

Não é sequer uma interpretação pessoal minha. Isso pode ser visto, pode ser lido de forma literal na sentença. Ao invés da imparcialidade, a juíza utiliza de um mar de opiniões e perspectivas pessoais para fundamentar a aplicação do PERDÃO que concedeu à Monique, mãe do Henry.

Monique tinha o dever de cuidar do filho. O mínimo que se espera de uma mãe é que não permita que o filho de 4 anos seja violentado, torturado e morto de forma covarde. Vale lembrar que horas depois do ocorrido a mesma Monique estava em um salão de beleza, talvez tomada pela vaidade de sair bem nas imagens da imprensa que repercutiam o caso.

Para a juíza, em suas próprias palavras, isso seria uma cobrança extrema de uma suposta sociedade patriarcal e machista que cobrou demais da Monique.

Seria uma pressão opressora esperar que Monique não permitisse que o pequeno Henry Borel fosse torturado? Que não entregasse a alma do filho em troca do conforto e do luxo que Jairinho oferecia para ela?

Aliás, disse a juíza, se fosse um homem, ele sequer seria denunciado e condenado. Uma mentira, já que temos diversos outros casos parecidos, com similar repercussão, em que homens e mulheres foram condenados.

A saber, jairinho foi condenado, muito corretamente, a mais de 40 anos. Ele é um homem e foi condenado, diferentemente do que a juíza do próprio caso citou.

Mas a intenção da juíza era “lacrar”. Era mostrar que é moderna, como uma militante declarada do Feminismo e da luta contra a sociedade opressora que é.

Hoje a canetada não foi apenas da juíza. Foi de um movimento perverso, nefasto, baseado em maus sentimentos, em ressentimento, em guerra entre homens e mulheres. O perdão de Monique Medeiros veio do Feminismo.

Fonte: Mohamed Ortiz
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Mohamed Ortiz

Mohamed Ortiz

Comunicador, cientista político e jornalista com forte presença na análise e cobertura do cenário político brasileiro. Com formação em Gestão Pública e Ciência Política, e atualmente cursando Direito, é também especialista em Comunicação Estratégica e Digital.

Com a palavra, Mohamed Ortiz

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